De acordo com a lei de diretrizes e bases da educação, as escolas
públicas são obrigadas a oferecer aula de religião, mas o aluno assiste se quiser. Já no ensino médio a disciplina não é obrigatória por lei. Uma pesquisa realizada pelo RJTV com jovens entre 20 e 24 anos revelou que 80% acham a fé importante. “Você trabalhar a questão do valor humano é muito fundamental. Ética, cidadania. É a proposta de Jesus Cristo”, comenta o professor Miguel de Araújo sobre a importância da disciplina.
Segundo Regina Novaes, do Instituto de Estudos da Religião, hoje não há muitos jovens sem religião. Eles procuram uma que lhe agrade e que seja de sua escolha. Não é como no passado que a fé era algo influenciado pela família, mesmo que involuntariamente. “Essa juventude de hoje é uma juventude que se indaga sobre religião”, explica a estudiosa. “Ser igual é ir com a maré, é usar drogas, fazer o que dá na cabeça, é ir pr
a violência, é dizer não á educação, quando na verdade o projeto de Jesus diz o seguinte: você quer ser radical, diferente, faça o seguinte, faça o bem, seja bom e fiel”, acredita o jovem estudante Anderson Ignácio.
Os alunos de uma escola particular em Cuiabá adoram as aulas de religião e principalmente os temas abordados. “A aula de religião também serve para a gente aprender a respeitar as outras religiões”, diz a estudante Paula Fernanda Ruhling. Uma outra escola em Brasília, trata em suas aulas de religião temas do cotidiano dos alunos como comportamento e preservação da natureza. As aulas são uma das mais esperadas da semana.
públicas são obrigadas a oferecer aula de religião, mas o aluno assiste se quiser. Já no ensino médio a disciplina não é obrigatória por lei. Uma pesquisa realizada pelo RJTV com jovens entre 20 e 24 anos revelou que 80% acham a fé importante. “Você trabalhar a questão do valor humano é muito fundamental. Ética, cidadania. É a proposta de Jesus Cristo”, comenta o professor Miguel de Araújo sobre a importância da disciplina.Segundo Regina Novaes, do Instituto de Estudos da Religião, hoje não há muitos jovens sem religião. Eles procuram uma que lhe agrade e que seja de sua escolha. Não é como no passado que a fé era algo influenciado pela família, mesmo que involuntariamente. “Essa juventude de hoje é uma juventude que se indaga sobre religião”, explica a estudiosa. “Ser igual é ir com a maré, é usar drogas, fazer o que dá na cabeça, é ir pr
a violência, é dizer não á educação, quando na verdade o projeto de Jesus diz o seguinte: você quer ser radical, diferente, faça o seguinte, faça o bem, seja bom e fiel”, acredita o jovem estudante Anderson Ignácio.Os alunos de uma escola particular em Cuiabá adoram as aulas de religião e principalmente os temas abordados. “A aula de religião também serve para a gente aprender a respeitar as outras religiões”, diz a estudante Paula Fernanda Ruhling. Uma outra escola em Brasília, trata em suas aulas de religião temas do cotidiano dos alunos como comportamento e preservação da natureza. As aulas são uma das mais esperadas da semana.












